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Eu sou a Fabiana, tenho 27 anos, e sei que todos eles foram debaixo das mãos do Senhor. Ele me amou antes de eu nascer, me formou, soprou em mim o fôlego de vida e me presenteou com virtudes para serví-Lo. Sou quem Deus diz que eu sou, e percebo isso quando minhas limitações dizem não, mas o Espírito Santo em mim diz sim. Amo ao meu Deus, e tenho completa convicção de que Ele se relaciona comigo através da Sua palavra contida na Bíblia, meu manual, meu elo com o coração do Senhor. ![]() ![]()
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"Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas." Filipenses cap. 4 vers. 8 ![]()
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Tenho lido livros sobre sinais e milagres, livros que têm a pretensão de calar os céticos, como se os milagres de Jesus provassem que Ele é a resposta para os problemas do mundo. Mas devo confessar que a maioria desses argumentos me dão a impressão de serem irrelevantes para pessoas decepcionadas com Deus. Estão mais interessadas nos milagres que Jesus não realizou. Por que um Deus que possui o poder de endireitar o que está errado escolhe algumas vezes não fazê-lo? Ou, por que Jesus realizava somente alguns milagres? Por que curar somente um homem paralítico em Betesda? Pode-se encontrar uma pista para tal pergunta numa descrição fantasiosa da vida de Jesus, a qual, por boas razões, nunca conseguiu entrar na Bíblia. O espúrio Evangelho da Infância de Jesus Cristo propõe-se a revelar histórias desconhecidas sobre a infância de Jesus. Mostra Jesus do jeito que alguém possa querer que Ele fosse. Segundo esse antigo livro, onde as gotas de suor de Jesus caíam cresciam árvores balsamíferas; o local onde ficavam suas fraldas não pegava fogo. A pedidos Jesus realizava "brincadeiras" para impressionar os amigos — algo que o verdadeiro Jesus sempre se recusou a fazer. O Jesus apócrifo possuía o fascínio de um gênio-de-garrafa domesticado ou de um mágico de circo. Sempre que seu pai, José, cometia algum erro num importante serviço de carpintaria, Jesus intervinha e, num passe de mágica, consertava a falha. Esse Jesus místico também não receava utilizar Seu poder para vingança. Quando uma vizinha feriu um dos amiguinhos de Jesus, ela misteriosamente caiu num poço e morreu com o crânio esmagado. (QUE ABSURDO... KKKKKKKK) Quando Jesus se aproximava de uma cidade, seus ídolos se desintegravam em montes de areia. Em contraste, o Jesus de verdade repreendeu os discípulos por sugerirem que clamasse por fogo do céu contra uma cidade pecaminosa. E, quando soldados vieram prendê-lo, empregou seu poder sobrenatural uma única vez — para curar a orelha decepada de um dos que o prendiam. Essas são as ações de um cabeça quente como Sansão, não as reações cuidadosas do Jesus histórico dos evangelhos, que empregou seus poderes com compaixão para satisfazer as necessidades humanas, não em brincadeiras para aparecer. Todas as vezes em que alguém lhe pedia diretamente, Ele curava. Quando Seus discípulos estavam ficando cada vez mais assustados numa tempestade no meio do lago, Ele acalmou o vento. Quando a multidão que o ouvia ficou com fome, Ele os alimentou, e, quando os convidados de um casamento ficaram com sede, Ele fez vinho. Em resumo, os milagres nos evangelhos autênticos dizem respeito ao amor, não ao poder. Embora os milagres de Jesus fossem por demais limitados para solucionar cada decepção humana, serviam como sinais proféticos de Sua missão, ilustrando o que algum dia Deus faria em favor de toda a criação. Para as pessoas que os experimentaram — como é o caso do paralítico que foi abaixado tal qual um candelabro que vai ser limpo — as curas forneceram prova convincente de que o próprio Deus estava visitando o planeta Terra. Para todos os demais, despertaram anseios que não desaparecerão até que uma restauração final acabe com toda dor e morte. Os milagres fizeram exatamente o que Jesus havia predito. Para aqueles que escolheram crer Nele, deram ainda mais motivos para crer. Mas para aqueles decididos a negá-Lo, os milagres fizeram pouquíssima diferença. Algumas coisas simplesmente têm de ser cridas para serem vistas. Postado por
A fé, o perdão dos pecados, o poder do maligno — estas eram as preocupações que levavam Jesus a diariamente orar ao Pai. Essa ênfase confundia as multidões, que basicamente procuravam soluções para seus problemas no mundo físico: pobreza, enfermidades, opressão política. No fim, Jesus fracassou em alcançar as expectativas que tinham quanto a um rei. (Será que alguma coisa mudou desde então? Conheço inúmeros ministérios que enfatizam a cura e a prosperidade físicas, mas poucos que concentram sua atenção em persistentes problemas humanos tais como orgulho, hipocrisia e legalismo — os problemas que tanto preocuparam Jesus.) Quaisquer idéias que os seguidores de Jesus tivessem quanto a um novo e poderoso Salomão reconquistando Israel se evaporaram ao observarem o que aconteceu em Jerusalém. Alguns dias após uma "procissão triunfante" (uma palhaçada em comparação com os imponentes desfiles dos romanos), Jesus foi preso e levado a julgamento. Ele contou ao governador romano que era de fato um rei, mas acrescentou: "O Meu reino não é deste mundo. Se o Meu reino fosse deste mundo, os Meus ministros se empenhariam por Mim, para que não fosse Eu entregue aos judeus; mas agora o Meu reino não é daqui." Jesus um rei? Um rei de brincadeira, com Seu manto purpúreo salpicado de sangue, por causa dos açoites, e com uma coroa de espinhos comprimida em Sua cabeça. Os discípulos fugiram, Sua lealdade foi sufocada pelo medo do perigo imediato. Se Jesus não se protegia, por que iria protegê-los? O mundo visível do poder romano encontrou-se com o mundo invisível do reino dos céus, e por alguns momentos pareceu que iria arrasá-lo. Já dizia o apóstolo Paulo:
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Ouvimos as palavras a cada época de Natal em representações nas igrejas, quando crianças vestem roupões de banho e encenam a história do nascimento de Jesus. "Não temais!" balbucia o anjo de seis anos de idade, com sua roupa de lençóis se arrastando pelo chão, as asas de gaze e arame batendo levemente devido ao tremor do corpo. Ele olha de soslaio para o texto escondido nas dobras da manga. "Não temais: eis aqui vos trago boa nova de grande alegria." Já apareceu a Zacarias (seu irmão mais velho, com uma barba de algodão presa ao queixo) e a Maria (uma loirinha sardenta). Ele usou a mesma saudação para os dois: "Não temas!..." Essas foram também as primeiras palavras de Deus a Abraão, e a Hagar, e a Isaque. "Não temas!" disse o anjo ao saudar Gideão e o profeta Daniel. Para seres sobrenaturais, essa expressão serve quase como um equivalente para "Oi! como vai?" Não é de surpreender. Quando o ser sobrenatural falava, o ser humano geralmente estava com o rosto em terra num estado cataléptico. Quando Deus fazia contato com o planeta Terra, algumas vezes o encontro sobrenatural soava como um trovão, algumas vezes agitava o ar como um redemoinho, e algumas vezes iluminava o cenário como um clarão de fósforo. Quase sempre causava temor. Contudo, os anúncios do anjo a Zacarias e Maria e José prometeram algo novo. Deus estava prestes a fazer uma aparição numa forma que não assustaria. Em Jesus, nascido num curral ou caverna e colocado num cocho, Deus por fim encontrou uma maneira de se aproximar, a qual a humanidade não necessitava temer. O que podia ser menos assustador do que um nenê recém-nascido, com os bracinhos se movendo espasmodicamente e olhos que ainda não fixam bem o olhar? O rei havia-se desfeito de seus mantos reais. Essa música diz tudo... Quanto amor... Postado por
No final do Antigo Testamento, Deus estava em oculto. Ele havia ameaçado esconder Seu rosto, e, quando finalmente o fez, uma sombra tenebrosa caiu sobre o planeta. Nossa decepção com Deus vinte e cinco séculos depois oferece um relance do que os judeus sentiram quando Deus deu as costas. Talvez encontremos algum consolo em relembrar as "desvantagens" das intervenções diretas de Deus. Talvez cheguemos a compreender que Sua Presença é radiosa demais para nós: ela deixa cicatrizes; cria distância; e, pior ainda, parece que nem mesmo estimula a fé. Talvez também encontremos consolo em vislumbrar uma vida eterna livre de lágrimas e dor, numa nova dimensão em algum lugar, depois de sermos transformados em seres que conseguem suportar a Presença de Deus. Mas que dizer do entretempo? De agora? Dos tempos difíceis? À semelhança dos judeus, sentimos o ocultamento de Deus como uma frustração, um desapontamento, uma dor de coração, uma dúvida jamais inteiramente solucionada. Quatro séculos separam as últimas palavras de Malaquias, no Antigo Testamento, das primeiras palavras de Mateus, no Novo Testamento. São chamados de "quatrocentos anos de silêncio", e essa frase assinala uma era cercada de decepção com Deus. Deus se importava? Será que Ele estava mesmo vivo? Parecia que estava surdo às orações dos judeus. Ainda assim, apesar de tudo, aguardavam um Messias — não tinham qualquer outra esperança. "Que mais posso fazer?" Deus indagou. Mas havia algo mais. Aquilo que não podia ser conquistado à força, Ele conquistaria através do sofrimento. Quero compartilhar com vcs essa ministração da Ana Paula Valadão...
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DEUS NÃO deixou sem resposta as queixas dos profetas. Pôs-se a falar, defendendo a maneira como dirigia o mundo. Desabafou. Explodiu. E eis o que disse: Olhem como Deus é misericordioso. Ele simplesmente poderia "largar" o povo rebelde que não queria nada com nada e pronto. Ele não precisava do povo de Israel para ser Deus, e não precisa de nós também. Ele poderia fazer como no tempo de Noé, mandar uma grande chuva e acabar com tudo... Mas Ele havia prometido a Noé que não faria mais isso. Então, Ele poderia mandar fogo, pedra, ou tirar todo o oxigênio da face da Terra e destruir tudo... Mas como fazer isso com a criação Dele, com os filhos Dele? Como destruir o que Ele ama? Não somos dignos do Teu amor Postado por
Deus pareceu refrear Seu poder sobrenatural depois de Elias e Eliseu, substituindo o espetáculo pela palavra. Os profetas não tiveram demonstrações impressionantes de onipotência para apresentarem ao público; tiveram apenas o poder das palavras. Isaías, Oséias, Habacuque, Jeremias, Ezequiel — todos despejaram sua energia moral nos escritos que levam seus nomes. E, à medida que Deus parecia se distanciar cada vez mais, esses mesmos profetas começaram a fazer indagações: indagações eloqüentes, indagações que os obcecaram, indagações envolvidas em dor. Expressaram audivelmente os clamores de um povo que sentiu-se abandonado por Deus. Estou gostando muito desse livro pq ele trata o agir de Deus da forma como sempre acreditei e preguei: Deus se relaciona com Seus filhos através da palavra Dele contida na bíblia. Postado por
O tom do Antigo Testamento se eleva quando surge o nome de Davi. "Então o Senhor despertou como de um sono, como um valente que grita excitado pelo vinho", diz o Salmo 78 acerca daqueles dias. Deus havia finalmente encontrado um homem segundo o Seu próprio coração, o tipo de pessoa ao redor da qual podia construir uma nação. O robusto rei Davi quebrou todas as leis escritas, com exceção de uma: amou a Deus de todo o seu coração, de todo o seu entendimento e de toda a sua alma. Com Davi posto como rei sobre Israel, os sonhos da aliança voltaram com ímpeto redobrado. Gosto muito da história de Davi... Fico pensando como alguém tão "orelhudo" (rsrs... entende-se como alguém que faz muita besteira..rsrs) conseguia agradar tanto o coração de Deus e fazer com que Deus se achegasse tanto a ele...
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Quando vcs estiverem lendo esse post, já será dia 18/06... Estou aqui pensando no presente de uma amiga muito especial que está fazendo aniversário... Pensei em um carro....
Ou então um iate para navegar nos mares de Itajaí:
Talvez jóias dariam um impressão melhor...
Quem sabe então o James Franco... uhuuu né amiga... rsrs...
Aí pensei bem... pensei bem... e descobri 3 coisas: 1° - Não tenho dinheiro para o carro; Prefiro dar um presente que o fogo não queima, o ferrugem não corrói, a traça não come...
Veja a continuação da festa em http://mulher-crista.zip.net Postado por
Compartilhando trecho do livro "Decepcionados com Deus" de Philip Yancey... Se alguém teve um motivo válido para ficar decepcionado com Deus, esse alguém foi José. Suas corajosas investidas, querendo fazer o bem, nada lhe proporcionaram senão problemas. Interpretou um sonho para seus irmãos, e estes jogaram-no numa cisterna. Resistiu a um convite sexual e foi parar numa prisão egípcia. Interpretou um outro sonho para salvar a vida de um companheiro de cela, e o companheiro de cela imediatamente o esqueceu. Fico imaginando se, enquanto José apodrecia num calabouço egípcio, não ocorreram à sua mente perguntas como a de Richard — Deus é injusto? Está calado? Escondido? Mas, por um instante, volte-se para a perspectiva de Deus, o genitor. Foi de propósito que Ele "se retraiu" para permitir que a fé de José chegasse a um novo nível de maturidade? E poderia ser por isso que Gênesis dedica mais espaço a José do que a qualquer outra pessoa? Em meio a todas as suas tribulações, José aprendeu a confiar: não em que Deus impediria as dificuldades, mas em que Ele compensaria até mesmo as dificuldades. Reprimindo as lágrimas, José tentou explicar sua fé a seus irmãos assassinos: "Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem...."
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Eu tinha estado preocupado demais com meus sentimentos para poder ouvir atentamente os sentimentos Dele. O que é que Deus está fazendo neste mundo? Por duas semanas me enfiei num chalé no Estado do Colorado para ponderar acerca das três perguntas de Richard, à luz do que havia visto no Antigo Testamento. Trouxe comigo uma mala cheia de livros para estudar, mas, durante todo o tempo ali, abri somente uma Bíblia. Lentamente, li a Bíblia direto, de capa a capa. Causou-me grande impacto o fato de que as impressões comuns que temos de Deus podem ser bem diferentes do Deus que a Bíblia de fato retrata. Como Ele realmente é? Na igreja e numa faculdade cristã aprendi a pensar em Deus como um espírito imutável e invisível, que possuía qualidades tais como onipotência, onisciência e impassibilidade (incapacidade de emoções). Essas doutrinas, que teriam o objetivo de nos ajudar a compreender o ponto de vista de Deus, podem ser encontradas na Bíblia, mas estão bem escondidas. Lendo a Bíblia simplesmente, encontrei não uma névoa esfumaçada mas uma Pessoa de verdade. Uma Pessoa tão singular e única e cheia de vida como qualquer outra pessoa que conheço. Deus tem emoções profundas; Ele sente prazer, frustração e ira. Nos Profetas, Ele chora e geme de dor. Em Isaías, Ele se compara a uma mulher dando à luz... ... Vez após vez Deus fica chocado com o comportamento de seres humanos. Quando os israelitas praticam o sacrifício de crianças, Ele parece atordoado por ações que — é um Deus onisciente que está falando aqui — ''nunca lhes ordenei, nem falei, nem me passou pela mente". Ele explica a necessidade de punir ao indagar com lamento: "De que outra maneira procederia Eu?" Às vezes, após tomar uma decisão, Ele "muda de idéia". Sei que a palavra "antropomorfismo" tem a finalidade de explicar todas essas características próprias do ser humano. Mas, com certeza, as imagens que Deus "toma emprestado" da experiência humana apontam para uma realidade ainda mais forte. Enquanto eu lia a Bíblia de ponta a ponta em meu refúgio de inverno, eu me maravilhava com o quanto Deus permite que seres humanos O afetem. Eu estava despreparado para a alegria e angústia — a paixão — do Deus do Universo. Ao estudar "sobre Deus, ao domesticá-lo e reduzi-lo a palavras e idéias que se podem classificar em ordem alfabética, eu tinha perdido a força do relacionamento intenso que Deus busca acima de tudo mais. Aqueles que se relacionaram melhor com Deus — Abraão, Moisés, Davi, Isaías, Jeremias — trataram-no com intimidade chocante. Conversaram com Deus como se Ele estivesse sentado numa cadeira ao lado deles, assim como alguém conversaria com um conselheiro, um chefe, um pai ou um amante. Trataram-no como a uma pessoa. Aquela viagem ao Colorado pôs minhas três perguntas sobre a desilusão com Deus sob uma nova luz. Elas não são quebra-cabeças à espera de uma solução, tal como você encontraria no campo da matemática ou da programação de computadores, ou mesmo da filosofia. Em vez disso, são problemas de relacionamento entre nós, seres humanos, e um Deus que deseja desesperadamente amar e ser amado por nós. Vi pouquíssimas pessoas durante meu retiro de duas semanas. A maior parte do tempo fiquei aninhado no chalé, atrás do muro de neve, lendo. Talvez tenha sido esse estar só, esse isolamento, que me ajudou a ver que eu sempre tomava apenas um ponto de vista: o ponto de vista humano. Possuo prateleiras cheias de livros que apresentam o dilema do ser humano. Uns são engraçados, alguns angustiados, outros sarcásticos, e outros densamente filosóficos, mas todos expressam o mesmo ponto de vista básico: "É assim que é o ser humano." De modo análogo, pessoas decepcionadas com Deus concentram a atenção no ponto de vista humano. Quando fazemos nossas perguntas — Por que Deus é injusto? Por que está calado? Escondido? — na realidade estamos indagando: Por que Deus é injusto comigo? Por que parece calado comigo? E escondido de mim? Tentei pôr de lado minhas indagações existenciais, minhas decepções pessoais, e, em lugar disso, considerar o ponto de vista de Deus. Por que, em primeiro lugar, Ele parece querer ter contato com seres humanos? O que está procurando em nós, e o que impede ou dificulta essa procura? Retornei para a Bíblia, tentando ouvir as palavras de Deus como se fosse pela primeira vez. Lá Ele fala por Si mesmo, e percebi que freqüentemente eu não tinha prestado atenção. Eu tinha estado preocupado demais com meus sentimentos para poder ouvir atentamente os sentimentos Dele. Saí do Colorado com uma imagem mental de Deus bem diferente. Após duas semanas estudando a Bíblia, tive uma forte sensação de que Deus não faz tanta questão de ser analisado. Ele deseja, principalmente, ser amado. Quase todas as páginas de Sua Palavra sussurram essa mensagem. E voltei para casa sabendo que de alguma forma devia investigar esse relacionamento entre um Deus de amor ardente, que anseia o amor de Seu povo, e as próprias pessoas, pois parecia que foi o rompimento daquele relacionamento que conduzia a todos os sentimentos de desapontamento com Deus. Assim sendo, decidi procurar a resposta para uma pergunta que jamais havia considerado: "Como é que é ser Deus?" Referências bíblicas: Isaías 42; Jeremias 19, 9.
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Deus não brincou de esconde-esconde com os israelitas; eles dispunham de inúmeras provas objetivas a respeito da existência de Deus. Mas, surpreendentemente — e eu mal podia acreditar nesse resultado, mesmo quando o lia — a orientação objetiva de Deus parecia produzir exatamente o oposto do efeito previsto. Os israelitas reagiram não com adoração e amor, mas com medo e rebelião aberta. A presença visível de Deus nada fez em termos de aperfeiçoar uma fé duradoura. Não tinha parado para pensar nisso... rsrs... Sempre pensei em como os israelitas foram ingratos e tal, mas nunca dessa forma que o Philip Yancey fala... Nem vou escrever o que acho, quero colar o que ele fala: Sem de alguma forma me destruir nesse processo, como Deus poderia se revelar de uma maneira que não deixasse margem para dúvidas? Se não houvesse lugar para dúvidas, não haveria lugar para mim. — Frederick Buechner Referências bíblicas: Deuteronômio 9, 7, 28; Romanos 3; Gálatas 3; Êxodo 28, 40; Deuteronômio 1-2; Êxodo 19-20, 32-33; Deuteronômio 1
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Se Deus somente respondesse a essas perguntas — se Ele somente respondesse a uma delas. Se, digamos, Ele apenas falasse em voz alta uma única vez para que todos pudessem ouvir, então eu creria. Provavelmente o mundo inteiro creria. Por que Ele não faz isso? Obs: leia o post ouvindo o louvor que postei aqui do you tube... sempre tem a ver com o que escrevi... bjs.. Continuando ainda sobre nossa meditação no livro... O Philip acaba reencontrando Richard depois de 3 anos. Richard explica um caso que parece ter sido o início da sua decepção com Deus. Ele conta que quando achou que realmente tinha encontrado um lugar onde Deus curava, manifestando claramente Seu agir, ficou muito feliz, anotou o nome de uma pesssoa que foi curada naquela noite. Depois de alguns dias, ligou para essa pessoa e simplesmente ela havia morrido. Isso fez com que ele começasse a desacreditar de tudo. Aquilo que parecia tão real, já não era mais... Richard atribuiu a esse fato o início de sua decepção... E sei que muitas pessoas já passaram por experiências iguais a de Richard, tanto na igreja, como na vida. Hoje em dia, prega-se demais um evangelho de prosperidade, cura, e tantas coisas que acumulam riquezas e prazeres só aqui nesse mundo. As igrejas estão esquecendo que onde estão as nossas riquezas, estão os nossos corações. Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. É por isso que eu prefiro me relacionar com Deus através da Palavra Dele que está toda na Bíblia, do que me basear em experiências. As experiências de outras pessoas e as nossas, servem para edificação sim, se estão dentro da bíblia, mas nunca podem determinar nossa teologia, nosso conhecimento e visão de Deus. Postado por
Richard estava sentindo uma dor profunda: a dor de sentir-se traído. A dor de um amante que acorda e de repente descobre que tudo acabou. Ele havia confiado sua vida a Deus, e Deus o havia decepcionado. Vou continuar falando sobre o livro que estou lendo... Quem não estiver entendendo, leia o post do dia 06. Postado por
Primeiro surge o desapontamento, então uma semente de dúvida, depois uma reação confusa de ira ou de sensação de ser traído. Começamos a questionar se Deus é digno de confiança, se de fato podemos confiar a Ele as nossas vidas. Há algum tempo estou querendo ler esse livro, mas na vida há momentos e momentos né. E agora chegou meu momento... Algumas pessoas perdem a fé devido a uma profunda sensação de decepção com Deus. Esperam que Deus aja de uma certa maneira, e as coisas acontecem de forma diferente. Que o compartilhar desse livro nos ensine a lidar com o SIM e com o NÃO de Deus, na certeza que Ele age por amor... sempre...
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Ele esperava justiça, mas houve derramamento de sangue; esperava retidão, mas ouviu gritos de aflição. É muito ruim quando esperamos algo de alguém e recebemos algo totalmente diferente daquilo que esperamos. Nos decepcionamos, sofremos, choramos, nos sentimos injustiçados... Algumas pessoas não esperam nada de ninguém, umas porque já se machucaram demais e construiram muros de defesa, e outras porque realmente não se importam, realmente não esperam. Se compramos uma semente e plantamos essa semente, o mínimo que podemos esperar é que algo brote dessa semente, e quando isso não acontece, parece que nossos esforços foram em vão. Postado por
Comecei a ler mais uma vez o livro do profeta Isaías. Da sola do pé ao alto da cabeça não há nada são; somente machucados, vergões e ferimentos abertos, que não foram limpos nem enfaixados nem tratados com azeite. Deus estava falando do povo de Israel... O povo que Ele havia escolhido mas escolheu se afastar Dele. Postado por |
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