Eu sou a Fabiana, tenho 27 anos, e sei que todos eles foram debaixo das mãos do Senhor. Ele me amou antes de eu nascer, me formou, soprou em mim o fôlego de vida e me presenteou com virtudes para serví-Lo. Sou quem Deus diz que eu sou, e percebo isso quando minhas limitações dizem não, mas o Espírito Santo em mim diz sim. Amo ao meu Deus, e tenho completa convicção de que Ele se relaciona comigo através da Sua palavra contida na Bíblia, meu manual, meu elo com o coração do Senhor.









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"Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas."
Filipenses cap. 4 vers. 8





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Site Criado em 02/01/2009




 Tenho lido livros sobre sinais e milagres, livros que têm a pretensão de calar os céticos, como se os milagres de Jesus pro­vassem que Ele é a resposta para os problemas do mundo.

    Mas devo confessar que a maioria desses argumentos me dão a impressão de serem irrelevantes para pessoas decepcionadas com Deus. Estão mais interessadas nos milagres que Jesus não realizou. Por que um Deus que possui o poder de endireitar o que está errado escolhe algumas vezes não fazê-lo? Ou, por que Jesus realizava somente alguns milagres? Por que curar so­mente um homem paralítico em Betesda?

    Pode-se encontrar uma pista para tal pergunta numa des­crição fantasiosa da vida de Jesus, a qual, por boas razões, nunca conseguiu entrar na Bíblia. O espúrio Evangelho da In­fância de Jesus Cristo propõe-se a revelar histórias desconheci­das sobre a infância de Jesus. Mostra Jesus do jeito que al­guém possa querer que Ele fosse. Segundo esse antigo livro, onde as gotas de suor de Jesus caíam cresciam árvores balsa­míferas; o local onde ficavam suas fraldas não pegava fogo. A pedidos Jesus realizava "brincadeiras" para impressionar os amigos — algo que o verdadeiro Jesus sempre se recusou a fazer. O Jesus apócrifo possuía o fascínio de um gênio-de-gar­rafa domesticado ou de um mágico de circo. Sempre que seu pai, José, cometia algum erro num importante serviço de carpintaria, Jesus intervinha e, num passe de mágica, consertava a falha.

    Esse Jesus místico também não receava utilizar Seu poder para vingança. Quando uma vizinha feriu um dos amiguinhos de Jesus, ela misteriosamente caiu num poço e morreu com o crânio esmagado. (QUE ABSURDO... KKKKKKKK) Quando Jesus se aproximava de uma cida­de, seus ídolos se desintegravam em montes de areia. Em con­traste, o Jesus de verdade repreendeu os discípulos por sugeri­rem que clamasse por fogo do céu contra uma cidade pecami­nosa. E, quando soldados vieram prendê-lo, empregou seu po­der sobrenatural uma única vez — para curar a orelha decepada de um dos que o prendiam.

    Essas são as ações de um cabeça quente como Sansão, não as reações cuidadosas do Jesus histórico dos evangelhos, que empregou seus poderes com compaixão para satisfazer as necessidades humanas, não em brincadeiras para aparecer. To­das as vezes em que alguém lhe pedia diretamente, Ele curava. Quando Seus discípulos estavam ficando cada vez mais assusta­dos numa tempestade no meio do lago, Ele acalmou o vento. Quando a multidão que o ouvia ficou com fome, Ele os alimen­tou, e, quando os convidados de um casamento ficaram com sede, Ele fez vinho. Em resumo, os milagres nos evangelhos autênticos dizem respeito ao amor, não ao poder.

    Embora os milagres de Jesus fossem por demais limita­dos para solucionar cada decepção humana, serviam como si­nais proféticos de Sua missão, ilustrando o que algum dia Deus faria em favor de toda a criação. Para as pessoas que os experimentaram — como é o caso do paralítico que foi abai­xado tal qual um candelabro que vai ser limpo — as curas for­neceram prova convincente de que o próprio Deus estava visi­tando o planeta Terra. Para todos os demais, despertaram an­seios que não desaparecerão até que uma restauração final aca­be com toda dor e morte.

    Os milagres fizeram exatamente o que Jesus havia predi­to. Para aqueles que escolheram crer Nele, deram ainda mais motivos para crer. Mas para aqueles decididos a negá-Lo, os milagres fizeram pouquíssima diferença. Algumas coisas sim­plesmente têm de ser cridas para serem vistas.
(Trecho do livro "Decepcionados com Deus", de Philip Yancey)


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A fé, o perdão dos pecados, o poder do maligno — estas eram as preocupações que levavam Jesus a diariamente orar ao Pai. Essa ênfase confundia as multidões, que basicamente procuravam soluções para seus problemas no mundo físico: pobreza, enfermidades, opressão política. No fim, Jesus fracas­sou em alcançar as expectativas que tinham quanto a um rei. (Será que alguma coisa mudou desde então? Conheço inúme­ros ministérios que enfatizam a cura e a prosperidade físicas, mas poucos que concentram sua atenção em persistentes pro­blemas humanos tais como orgulho, hipocrisia e legalismo — os problemas que tanto preocuparam Jesus.)

    Quaisquer idéias que os seguidores de Jesus tivessem quan­to a um novo e poderoso Salomão reconquistando Israel se evaporaram ao observarem o que aconteceu em Jerusalém. Alguns dias após uma "procissão triunfante" (uma palhaça­da em comparação com os imponentes desfiles dos romanos), Jesus foi preso e levado a julgamento. Ele contou ao governa­dor romano que era de fato um rei, mas acrescentou: "O Meu reino não é deste mundo. Se o Meu reino fosse deste mundo, os Meus ministros se empenhariam por Mim, para que não fos­se Eu entregue aos judeus; mas agora o Meu reino não é daqui."

    Jesus um rei? Um rei de brincadeira, com Seu manto purpúreo salpicado de sangue, por causa dos açoites, e com uma coroa de espinhos comprimida em Sua cabeça. Os discípulos fugiram, Sua lealdade foi sufocada pelo medo do perigo ime­diato. Se Jesus não se protegia, por que iria protegê-los? O mundo visível do poder romano encontrou-se com o mundo invisível do reino dos céus, e por alguns momentos pareceu que iria arrasá-lo.
(Trecho do livro "Decepcionados com Deus", de Philip Yancey)

Já dizia o apóstolo Paulo:
Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.
I Coríntios 15.19

 


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Ouvimos as palavras a cada época de Natal em representa­ções nas igrejas, quando crianças vestem roupões de banho e encenam a história do nascimento de Jesus. "Não temais!" balbucia o anjo de seis anos de idade, com sua roupa de len­çóis se arrastando pelo chão, as asas de gaze e arame batendo levemente devido ao tremor do corpo. Ele olha de soslaio pa­ra o texto escondido nas dobras da manga. "Não temais: eis aqui vos trago boa nova de grande alegria." Já apareceu a Za­carias (seu irmão mais velho, com uma barba de algodão pre­sa ao queixo) e a Maria (uma loirinha sardenta). Ele usou a mesma saudação para os dois: "Não temas!..."

    Essas foram também as primeiras palavras de Deus a Abraão, e a Hagar, e a Isaque. "Não temas!" disse o anjo ao saudar Gideão e o profeta Daniel. Para seres sobrenaturais, essa expressão serve quase como um equivalente para "Oi! co­mo vai?" Não é de surpreender. Quando o ser sobrenatural fala­va, o ser humano geralmente estava com o rosto em terra num estado cataléptico. Quando Deus fazia contato com o planeta Terra, algumas vezes o encontro sobrenatural soava como um trovão, algumas vezes agitava o ar como um redemoinho, e algumas vezes iluminava o cenário como um clarão de fósfo­ro. Quase sempre causava temor.

    Contudo, os anúncios do anjo a Zacarias e Maria e José prometeram algo novo. Deus estava prestes a fazer uma apari­ção numa forma que não assustaria. Em Jesus, nascido num curral ou caverna e colocado num cocho, Deus por fim encon­trou uma maneira de se aproximar, a qual a humanidade não necessitava temer. O que podia ser menos assustador do que um nenê recém-nascido, com os bracinhos se movendo espasmodicamente e olhos que ainda não fixam bem o olhar? O rei havia-se desfeito de seus mantos reais.
(Trecho do livro "Decepcionados com Deus", de Philip Yancey)

Essa música diz tudo... Quanto amor...


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No final do Antigo Testamento, Deus estava em oculto. Ele havia ameaçado esconder Seu rosto, e, quando finalmente o fez, uma sombra tenebrosa caiu sobre o planeta. Nossa de­cepção com Deus vinte e cinco séculos depois oferece um relan­ce do que os judeus sentiram quando Deus deu as costas. Tal­vez encontremos algum consolo em relembrar as "desvanta­gens" das intervenções diretas de Deus. Talvez cheguemos a compreender que Sua Presença é radiosa demais para nós: ela deixa cicatrizes; cria distância; e, pior ainda, parece que nem mesmo estimula a fé. Talvez também encontremos consolo em vislumbrar uma vida eterna livre de lágrimas e dor, numa nova dimensão em algum lugar, depois de sermos transforma­dos em seres que conseguem suportar a Presença de Deus. Mas que dizer do entretempo? De agora? Dos tempos difíceis? À semelhança dos judeus, sentimos o ocultamento de Deus co­mo uma frustração, um desapontamento, uma dor de coração, uma dúvida jamais inteiramente solucionada.

    Quatro séculos separam as últimas palavras de Malaquias, no Antigo Testamento, das primeiras palavras de Mateus, no Novo Testamento. São chamados de "quatrocentos anos de silêncio", e essa frase assinala uma era cercada de decepção com Deus. Deus se importava? Será que Ele estava mesmo vi­vo? Parecia que estava surdo às orações dos judeus. Ainda as­sim, apesar de tudo, aguardavam um Messias — não tinham qualquer outra esperança.

    "Que mais posso fazer?" Deus indagou. Mas havia algo mais. Aquilo que não podia ser conquistado à força, Ele con­quistaria através do sofrimento.
(Trecho do livro "Decepcionados com Deus", de Philip Yancey)

Quero compartilhar com vcs essa ministração da Ana Paula Valadão...
Usem um tempinho do seu dia para ouvir e ser abençoado como fui...

 


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DEUS NÃO deixou sem resposta as queixas dos profetas. Pôs-se a falar, defendendo a maneira como dirigia o mundo. Desabafou. Explodiu. E eis o que disse:
Não estou calado; venho falando através de Meus profetas.
    Temos a tendência de classificar as revelações de Deus de acordo com a impressão que causam; as espetaculares apa­rições "ao vivo" colocamos lá no topo, milagres sobrenaturais logo abaixo, e as palavras dos profetas lá embaixo. A bola de fogo no Monte Carmelo, por exemplo, parece mais convincen­te do que um dos lamentosos sermões de Jeremias. Mas Deus não reconheceu tal classificação. Numa inversão irônica, Ele apontou para os próprios profetas — aquelas mesmas pessoas que questionavam Seu silêncio — como uma prova de Seu inte­resse. Como uma nação pode se queixar do silêncio de Deus quando tem pessoas como Ezequiel, Jeremias, Daniel e Isaías?
    Deus não considerava "simples palavras" como uma pro­va inferior. Milagres, afinal, nunca tiveram um impacto mui­to duradouro na fé dos israelitas; mas os profetas gravariam um registro permanente, a ser transmitido de geração em gera­ção, acerca das iniciativas de Deus para com Seu povo.
 Zacarias disse: "Visto que eu clamei e eles não me ou­viram, eles também clamaram e Eu não os ouvi."
Minha lentidão em agir é um sinal de misericórdia, não de fraqueza.
A pungente pergunta de Deus a Jeremias ressalta o dilema de um Deus onipotente que deu espaço à liberdade
. As andorinhas nos céus conhecem as estações, a maré chega na hora certa, a neve sempre cobre as montanhas elevadas, mas os seres humanos não se parecem a qualquer outra coisa na natureza. Deus não pode controlá-los. Por outro lado, Ele é incapaz de simplesmente deixá-los de lado. Ele é incapaz de apagar a humanidade de seu pensamento.
(Trecho do livro "Decepcionados com Deus", de Philip Yancey)

Olhem como Deus é misericordioso. Ele simplesmente poderia "largar" o povo rebelde que não queria nada com nada e pronto. Ele não precisava do povo de Israel para ser Deus, e não precisa de nós também. Ele poderia fazer como no tempo de Noé, mandar uma grande chuva e acabar com tudo... Mas Ele havia prometido a Noé que não faria mais isso. Então, Ele poderia mandar fogo, pedra, ou tirar todo o oxigênio da face da Terra e destruir tudo... Mas como fazer isso com a criação Dele, com os filhos Dele? Como destruir o que Ele ama?
O amor que Deus tem por nós, muitas vezes parece fazer Dele um Deus sem poder algum... Que amor é esse né? Um amor que aceita o pecador, que suporta o pecado, que restaura, que santifica... E nós ficamos querendo milagres, pedindo, pedindo... já temos tanto...
E Deus ainda foi além, tomou todo o cuidado de deixar tudo registrado, tudo marcadinho, para que ninguém falasse: EU NÃO SABIA! rsrs...
As iniciativas de Deus... iniciativas perfeitas, completas, porém recusáveis... Eu não entendo esse amor...

Não somos dignos do Teu amor
Não merecemos tanto favor
A Tua graça nos alcançou
Pelo Teu sangue que nos salvou

Jesus que amor é esse
Que me conquistou
Que nos conquistou

Quero correr pra Ti e me entregar
Quero correr pra Ti e me humilhar
Quero correr pra Ti e Te adorar
Quero correr pra Ti e Te beijar


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Deus pareceu refrear Seu poder sobrenatural depois de Elias e Eliseu, substituindo o espetáculo pela palavra. Os pro­fetas não tiveram demonstrações impressionantes de onipotên­cia para apresentarem ao público; tiveram apenas o poder das palavras. Isaías, Oséias, Habacuque, Jeremias, Ezequiel — to­dos despejaram sua energia moral nos escritos que levam seus nomes. E, à medida que Deus parecia se distanciar cada vez mais, esses mesmos profetas começaram a fazer indagações: in­dagações eloqüentes, indagações que os obcecaram, indaga­ções envolvidas em dor. Expressaram audivelmente os clamo­res de um povo que sentiu-se abandonado por Deus.
(Trecho do livro "Decepcionados com Deus", de Philip Yancey)

Estou gostando muito desse livro pq ele trata o agir de Deus da forma como sempre acreditei e preguei: Deus se relaciona com Seus filhos através da palavra Dele contida na bíblia.
Deus pode sim falar através de sonhos, de pessoas, do Espírito Santo ministrando ao seu coraçao, mas se o que vc imagina que Deus falou, fugir daquilo que Ele deixou registrado na bíblia, não foi Ele que falou.
Gosto muito de ler os livros dos profetas e ver como Deus falava aquele povo. É estranho mesmo ver um Deus que fez tantas maravilhas no passado, de repente apenas lançando palavras de destruição e de condenação o mesmo povo. Mas podemos ter a certeza que Deus não foi o culpado de tudo isso, Ele avisou muitas vezes, e o povo se rebelou, Ele deixou registros e o povo esqueceu do passado de vitória e se afastou do seu Deus...
Hoje em dia prega-se demais sobre um Deus de milagres, o Deus que cura, que faz prosperar, que restitui... mas fico pensando pq prega-se tão pouco sobre santidade, sobre leitura da palavra, dedicação ao que é de Deus, alegria mesmo na tempestade, satisfação mesmo na pobreza... É a tal da teologia do "gênio da lâmpada"... o deus (com letra minúscula mesmo) que é obrigado a atender nossos desejos, como se fosse um fantoche em nossas mãos...
O poder da palavra de Deus... é disso que precisamos... A palavra que exorta, que instrui, que disciplina, que corrige, que abençoa...


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O tom do Antigo Testamento se eleva quando surge o no­me de Davi. "Então o Senhor despertou como de um sono, como um valente que grita excitado pelo vinho", diz o Salmo 78 acerca daqueles dias. Deus havia finalmente encontrado um homem segundo o Seu próprio coração, o tipo de pessoa ao redor da qual podia construir uma nação. O robusto rei Davi quebrou todas as leis escritas, com exceção de uma: amou a Deus de todo o seu coração, de todo o seu entendimen­to e de toda a sua alma. Com Davi posto como rei sobre Isra­el, os sonhos da aliança voltaram com ímpeto redobrado.
(Trecho do livro "Decepcionados com Deus", de Philip Yancey)

Gosto muito da história de Davi... Fico pensando como alguém tão "orelhudo" (rsrs... entende-se como alguém que faz muita besteira..rsrs) conseguia agradar tanto o coração de Deus e fazer com que Deus se achegasse tanto a ele...
Davi me faz entender melhor o que o Senhor exige de nós... amor... doação... devoção...
Como o Philip diz, Davi quebrou muitas leis, praticamente todas elas... e afff... fez coisas que muita gente não tem coragem de fazer...
Mas ele se arrependia, mudava de direção, e recomeçava...
É assim que temos que fazer sempre... como Davi... se quisermos agradar o coração de Deus...

 


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Quando vcs estiverem lendo esse post, já será dia 18/06...

Estou aqui pensando no presente de uma amiga muito especial que está fazendo aniversário...
Nâo sei o que dar pra ela... não sei o que fazer para deixá-la feliz...

Pensei em um carro....

Ou então um iate para navegar nos mares de Itajaí:

Talvez jóias dariam um impressão melhor...

Quem sabe então o James Franco... uhuuu né amiga... rsrs...

Aí pensei bem... pensei bem... e descobri 3 coisas:

1° - Não tenho dinheiro para o carro;
2° - Muito menos para o iate;
3° - E não me parece correto assaltar uma joalheria... rsr...
4° - Quanto ao James, bom.... a gente pode até dar um jeito... rsrs

Prefiro dar um presente que o fogo não queima, o ferrugem não corrói, a traça não come...
Adriiiiiii...
Serve meu amor?

Veja a continuação da festa em http://mulher-crista.zip.net
http://www.tthatthy.blogger.com.br/
http://mulhersegundoocoracaodosenhor.zip.net/


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Compartilhando trecho do livro "Decepcionados com Deus" de Philip Yancey...

Se alguém teve um motivo válido para ficar decepciona­do com Deus, esse alguém foi José. Suas corajosas investidas, querendo fazer o bem, nada lhe proporcionaram senão proble­mas. Interpretou um sonho para seus irmãos, e estes jogaram-no numa cisterna. Resistiu a um convite sexual e foi parar nu­ma prisão egípcia. Interpretou um outro sonho para salvar a vida de um companheiro de cela, e o companheiro de cela ime­diatamente o esqueceu. Fico imaginando se, enquanto José apodrecia num calabouço egípcio, não ocorreram à sua mente perguntas como a de Richard — Deus é injusto? Está calado? Escondido?

    Mas, por um instante, volte-se para a perspectiva de Deus, o genitor. Foi de propósito que Ele "se retraiu" para permitir que a fé de José chegasse a um novo nível de maturi­dade? E poderia ser por isso que Gênesis dedica mais espaço a José do que a qualquer outra pessoa? Em meio a todas as suas tribulações, José aprendeu a confiar: não em que Deus impediria as dificuldades, mas em que Ele compensaria até mesmo as dificuldades. Reprimindo as lágrimas, José tentou explicar sua fé a seus irmãos assassinos: "Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem...."

 


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Eu ti­nha estado preocupado demais com meus sentimentos para po­der ouvir atentamente os sentimentos Dele.
(Trecho do livro Decepcionados com Deus de PhilipYancey)

    O que é que Deus está fazendo neste mundo? Por duas semanas me enfiei num chalé no Estado do Colorado pa­ra ponderar acerca das três perguntas de Richard, à luz do que havia visto no Antigo Testamento. Trouxe comigo uma mala cheia de livros para estudar, mas, durante todo o tempo ali, abri somente uma Bíblia.

   Lentamente, li a Bíblia direto, de capa a capa.

    Causou-me grande impacto o fato de que as impressões comuns que temos de Deus podem ser bem diferentes do Deus que a Bíblia de fato retrata. Como Ele realmente é? Na igreja e numa faculdade cristã aprendi a pensar em Deus como um espírito imutável e invisível, que possuía qualidades tais como onipotência, onisciência e impassibilidade (incapacidade de emoções). Essas doutrinas, que teriam o objetivo de nos aju­dar a compreender o ponto de vista de Deus, podem ser encon­tradas na Bíblia, mas estão bem escondidas.

    Lendo a Bíblia simplesmente, encontrei não uma névoa esfumaçada mas uma Pessoa de verdade. Uma Pessoa tão sin­gular e única e cheia de vida como qualquer outra pessoa que conheço. Deus tem emoções profundas; Ele sente prazer, frus­tração e ira. Nos Profetas, Ele chora e geme de dor. Em Isaías, Ele se compara a uma mulher dando à luz...

... Vez após vez Deus fica chocado com o com­portamento de seres humanos. Quando os israelitas praticam o sacrifício de crianças, Ele parece atordoado por ações que — é um Deus onisciente que está falando aqui — ''nunca lhes ordenei, nem falei, nem me passou pela mente". Ele explica a necessidade de punir ao indagar com lamento: "De que ou­tra maneira procederia Eu?" Às vezes, após tomar uma deci­são, Ele "muda de idéia". Sei que a palavra "antropomorfismo" tem a finalidade de explicar todas essas características próprias do ser humano. Mas, com certeza, as imagens que Deus "toma emprestado" da experiência humana apontam pa­ra uma realidade ainda mais forte.

    Enquanto eu lia a Bíblia de ponta a ponta em meu refú­gio de inverno, eu me maravilhava com o quanto Deus permi­te que seres humanos O afetem. Eu estava despreparado para a alegria e angústia — a paixão — do Deus do Universo. Ao estudar "sobre Deus, ao domesticá-lo e reduzi-lo a palavras e idéias que se podem classificar em ordem alfabética, eu tinha perdido a força do relacionamento intenso que Deus busca aci­ma de tudo mais. Aqueles que se relacionaram melhor com Deus — Abraão, Moisés, Davi, Isaías, Jeremias — trataram-no com intimidade chocante. Conversaram com Deus como se Ele estivesse sentado numa cadeira ao lado deles, assim como alguém conversaria com um conselheiro, um chefe, um pai ou um amante. Trataram-no como a uma pessoa.

    Aquela viagem ao Colorado pôs minhas três perguntas sobre a desilusão com Deus sob uma nova luz. Elas não são quebra-cabeças à espera de uma solução, tal como você encon­traria no campo da matemática ou da programação de compu­tadores, ou mesmo da filosofia. Em vez disso, são problemas de relacionamento entre nós, seres humanos, e um Deus que deseja desesperadamente amar e ser amado por nós.

    Vi pouquíssimas pessoas durante meu retiro de duas sema­nas. A maior parte do tempo fiquei aninhado no chalé, atrás do muro de neve, lendo. Talvez tenha sido esse estar só, esse isolamento, que me ajudou a ver que eu sempre tomava ape­nas um ponto de vista: o ponto de vista humano. Possuo pra­teleiras cheias de livros que apresentam o dilema do ser huma­no. Uns são engraçados, alguns angustiados, outros sarcásti­cos, e outros densamente filosóficos, mas todos expressam o mesmo ponto de vista básico: "É assim que é o ser humano." De modo análogo, pessoas decepcionadas com Deus concen­tram a atenção no ponto de vista humano. Quando fazemos nossas perguntas — Por que Deus é injusto? Por que está cala­do? Escondido? — na realidade estamos indagando: Por que Deus é injusto comigo? Por que parece calado comigo? E es­condido de mim?

    Tentei pôr de lado minhas indagações existenciais, mi­nhas decepções pessoais, e, em lugar disso, considerar o pon­to de vista de Deus. Por que, em primeiro lugar, Ele parece querer ter contato com seres humanos? O que está procuran­do em nós, e o que impede ou dificulta essa procura? Retor­nei para a Bíblia, tentando ouvir as palavras de Deus como se fosse pela primeira vez. Lá Ele fala por Si mesmo, e perce­bi que freqüentemente eu não tinha prestado atenção. Eu ti­nha estado preocupado demais com meus sentimentos para po­der ouvir atentamente os sentimentos Dele.

    Saí do Colorado com uma imagem mental de Deus bem diferente. Após duas semanas estudando a Bíblia, tive uma forte sensação de que Deus não faz tanta questão de ser anali­sado. Ele deseja, principalmente, ser amado. Quase todas as páginas de Sua Palavra sussurram essa mensagem. E voltei para casa sabendo que de alguma forma devia investigar esse rela­cionamento entre um Deus de amor ardente, que anseia o amor de Seu povo, e as próprias pessoas, pois parecia que foi o rompimento daquele relacionamento que conduzia a todos os sentimentos de desapontamento com Deus. Assim sendo, decidi procurar a resposta para uma pergunta que jamais ha­via considerado: "Como é que é ser Deus?"

Referências bíblicas: Isaías 42; Jeremias 19, 9.

 


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 Deus não brincou de esconde-esconde com os israelitas; eles dispunham de inúmeras provas objetivas a respeito da exis­tência de Deus. Mas, surpreendentemente — e eu mal podia acreditar nesse resultado, mesmo quando o lia — a orientação objetiva de Deus parecia produzir exatamente o oposto do efei­to previsto. Os israelitas reagiram não com adoração e amor, mas com medo e rebelião aberta. A presença visível de Deus nada fez em termos de aperfeiçoar uma fé duradoura.
Os israelitas são uma grande demonstração de que os si­nais só conseguem nos tornar viciados em sinais, não em Deus.
(Trecho do livro Decepcionados com Deus de PhilipYancey)

Não tinha parado para pensar nisso... rsrs... Sempre pensei em como os israelitas foram ingratos e tal, mas nunca dessa forma que o Philip Yancey fala...

Nem vou escrever o que acho, quero colar o que ele fala:
 Eu havia resumido as queixas de Richard quanto a Deus em três perguntas. Mas Êxodo e Números ensinaram-me que soluções rápidas para essas três perguntas podem não resolver os problemas básicos de desapontamento com Deus. Os israeli­tas, embora expostos à luz brilhante da presença e orientação de Deus, eram um povo tão inconstante como jamais houve igual. Em dez ocasiões se levantaram contra Deus. Até mes­mo na própria fronteira da Terra Prometida, com toda sua ri­queza se mostrando diante deles, ainda estavam com saudades dos "velhos bons tempos" da escravidão no Egito. 
    Enquanto lia o Antigo Testamento, às vezes ficava imagi­nando como Richard teria se saído na pele de um israelita do passado. Ele havia dito: "Se tão-somente Deus me desse um sinal, então eu creria." Mas não funcionou assim nas depri­mentes planícies do Sinai. Deus forneceu sinais em abundância aos israelitas, e a fé deles simplesmente se tornou preguiçosa — não mais tinham de crer. 
    Esses resultados desanimadores podem dar oportunidade a uma percepção mais profunda de por que Deus não intervém de modo mais direto hoje em dia. Alguns cristãos anseiam por um mundo bem abastecido de milagres e sinais espetaculares da presença de Deus. Ouço sermões pungentes sobre a divisão das águas do mar Vermelho, as dez pragas e sobre o maná diá­rio no deserto, como se os pregadores ansiassem que Deus sol­tasse Seu poder daquele modo nos dias de hoje. Mas a viagem dos israelitas, em que estes tinham um roteiro já pré-estabelecido, deve nos levar a fazer uma pausa. Será que uma erupção de milagres sustentaria a fé? Provavelmente não; pelo menos não sustentaria o tipo de fé em que Deus parece estar interessa­do. Os israelitas são uma grande demonstração de que os si­nais só conseguem nos tornar viciados em sinais, não em Deus. 
    É verdade que os israelitas eram um povo primitivo que saía da escravidão. Mas os relatos bíblicos estabelecem uma relação perturbadoramente familiar entre nós e eles. 
    Concluí meu estudo dos israelitas ao mesmo tempo sur­preso e confuso: surpreso por descobrir que a vida das pesso­as muda muito pouco, mesmo quando são removidas as três principais razões para o desapontamento com Deus — injusti­ça, silêncio e ocultamento; confuso pelas perguntas suscitadas diante das ações de Deus no planeta Terra. Ele mudou? Bateu em retirada? Foi embora? 
    Quando Richard estava sentado na minha sala de estar, contando para mim a sua história, naquele primeiro encontro, levantou repentinamente os olhos e exclamou com voz enérgi­ca: "Deus não sabe o inferno que Ele está fazendo com este mundo!" O que Deus está fazendo? Qual é o objetivo da expe­rimentação humana? O que Ele deseja de nós, afinal? E o que podemos esperar Dele? 

Sem de alguma forma me destruir nesse processo, como Deus poderia se revelar de uma maneira  que não deixasse margem para dúvidas? Se não houvesse lugar para dúvidas, não haveria lugar para mim.

— Frederick Buechner

Referências bíblicas: Deuteronômio 9, 7, 28; Roma­nos 3; Gálatas 3; Êxodo 28, 40; Deuteronômio 1-2; Êxodo 19-20, 32-33; Deuteronômio 1


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Se Deus somente respondesse a essas perguntas — se Ele somente respondesse a uma delas. Se, digamos, Ele apenas falasse em voz alta uma única vez para que todos pudessem ouvir, então eu creria. Provavelmente o mundo inteiro creria. Por que Ele não faz isso?
(Frase de Richard no livro Decepcionados com Deus de PhilipYancey)

Obs: leia o post ouvindo o louvor que postei aqui do you tube... sempre tem a ver com o que escrevi... bjs..

Continuando ainda sobre nossa meditação no livro... O Philip acaba reencontrando Richard depois de 3 anos. Richard explica um caso que parece ter sido o início da sua decepção com Deus. Ele conta que quando achou que realmente tinha encontrado um lugar onde Deus curava, manifestando claramente Seu agir, ficou muito feliz, anotou o nome de uma pesssoa que foi curada naquela noite. Depois de alguns dias, ligou para essa pessoa e simplesmente ela havia morrido. Isso fez com que ele começasse a desacreditar de tudo. Aquilo que parecia tão real, já não era mais...

Richard atribuiu a esse fato o início de sua decepção... E sei que muitas pessoas já passaram por experiências iguais a de Richard, tanto na igreja, como na vida. Hoje em dia, prega-se demais um evangelho de prosperidade, cura, e tantas coisas que acumulam riquezas e prazeres só aqui nesse mundo. As igrejas estão esquecendo que onde estão as nossas riquezas, estão os nossos corações.

 Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.
I Coríntios 5.19

É por isso que eu prefiro me relacionar com Deus através da Palavra Dele que está toda na Bíblia, do que me basear em experiências. As experiências de outras pessoas e as nossas, servem para edificação sim, se estão dentro da bíblia, mas nunca podem determinar nossa teologia, nosso conhecimento e visão de Deus.
Prefiro manter meus olhos naquilo que o Senhor tem reservado para mim para toda a eternidade e desfrutar da presença Dele aqui, sabendo que se eu sinto ou não sinto, Ele está aqui, Ele se relaciona comigo, Ele cuida de mim...



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Richard estava sentindo uma dor profunda: a dor de sen­tir-se traído. A dor de um amante que acorda e de repente des­cobre que tudo acabou. Ele havia confiado sua vida a Deus, e Deus o havia decepcionado.
(Trecho do livro "Decepcionados com Deus" de Philip Yancey)

Vou continuar falando sobre o livro que estou lendo... Quem não estiver entendendo, leia o post do dia 06.
O capítulo 2 do livro, conta a história de Richard, um estudante de Teologia que escreveu uma tese sobre Jó e chegou até o Philip para pedir ajuda para transformá-la em livro.
Richard era inteligente, conhecedor do que estava estudando, cativou Philip com sua tese, com seu dinamismo, mas uma bela tarde desabafa com Philip que não sabia mais o que fazer, estava decepcionado pq nao acreditava em mais nada do que tinha escrito no livro que estava prestes a lançar e nem sabia mais se acreditava em Deus.
Ele conta que sofreu muito com a separação dos pais, que tentou de toda forma salvar o casamento dos pais, pediu muito a Deus isso e não teve resposta. Depois, mais tarde, quando estava arrumando sua vida, a noiva terminou com ele, sem dar explicação alguma, e isso abalou muito a fé dele, pois ela tinha ajudado Richard na caminhada da fé desde os primeiros passos.
Ele estava lá no seminário, cercado de chavões evangélicos, de pessoas falando sobre ouvir a Deus, sentir a Deus e ele não conseguia isso. Deus havia deixado de responder orações simples, pedidos simples, e grandes pedidos. Richard sentia como se Deus realmente não se importasse... mesmo tendo uma teologia (conhecimento sobre Deus) que fazia com que ele soubesse que Deus se importava. Ele chegou a ponto de queimar bíblias e livros, pq Deus não dava respostas a ele.
Então o Philip, após conversar com o Richard, chegou nessa conclusão que está na frase do começo do post...
Eu já me senti assim... mas não consegui ficar assim por muito tempo... Às vezes tudo parece tão escuro, as certezas que temos se vão, parece que estamos fazendo a coisa certa mas nada dá certo realmente... parece que Deus não se importa, que Deus não vê... Mas isso não durou mais do que o instante de eu dizer tudo o que sinto e Ele me dizer: EU ESTOU AQUI... VC NÃO VÊ, VC PODE NÃO SENTIR, MAS EU ESTOU AQUI... E essa certeza é tão forte dentro de mim, que a decepção dura apenas um instante... e eu percebo que é apenas Deus me ensinando a viver pra Ele cada momento, do jeito Dele, com a mente Nele, com o coração Nele... E cabe a mim, é só isso que cabe a mim, é só essa a minha parte: ENTENDER QUE O SIM DE DEUS É MARAVILHOSO, MAS O NÃO É MELHOR AINDA...
 


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 Primeiro surge o desapontamento, então uma se­mente de dúvida, depois uma reação confusa de ira ou de sen­sação de ser traído. Começamos a questionar se Deus é digno de confiança, se de fato podemos confiar a Ele as nossas vidas.
(Trecho do livro "Decepcionados com Deus" de Philip Yancey)

Há algum tempo estou querendo ler esse livro, mas na vida há momentos e momentos né. E agora chegou meu momento...
Fico muito preocupada com decepções, eu me decepciono muito fácil com as pessoas e sofro demais por isso. Essa decepção não faz com que eu deixe de amar a pessoa, mas enche meu coração de um sistema de defesa difícil de se lidar...
Acho que isso também afeta meu relacionamento com Deus, pois sinto que quando as coisas não acontecem como espero que aconteçam, fico um tanto que decepcionada com Deus, como se Ele não soubesse o que é melhor pra mim. Sei que esse livro vai me fazer muito bem, porque vai tratar disso, e quero dividir esses momentos com vcs.
Como o autor cita no início do livro, a idéia não é mostrar que Deus nos decepciona, e sim que a concepção errada que temos sobre Deus faz com que a gente se decepcione... e isso é muito verdadeiro...
Quero terminar esse post com uma frase que chamou minha atenção no final do capítulo que li hoje:

Algumas pessoas perdem a fé devido a uma profunda sensação de decepção com Deus. Esperam que Deus aja de uma certa maneira, e as coisas acon­tecem de forma diferente.

Que o compartilhar desse livro nos ensine a lidar com o SIM e com o NÃO de Deus, na certeza que Ele age por amor... sempre...

 


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Ele esperava justiça, mas houve derramamento de sangue; esperava retidão, mas ouviu gritos de aflição.
Isaías 5.7b

É muito ruim quando esperamos algo de alguém e recebemos algo totalmente diferente daquilo que esperamos. Nos decepcionamos, sofremos, choramos, nos sentimos injustiçados... Algumas pessoas não esperam nada de ninguém, umas porque já se machucaram demais e construiram muros de defesa, e outras porque realmente não se importam, realmente não esperam. Se compramos uma semente e plantamos essa semente, o mínimo que podemos esperar é que algo brote dessa semente, e quando isso não acontece, parece que nossos esforços foram em vão.
Vc já passou por isso? Já esperou uma coisa e recebeu outra? Ou já esperou algo e recebeu nada?
Esse versículo trouxe isso a minha mente... Mas não pensando em mim, pensando no Senhor.
Sabemos que Ele não é homem para se decepcionar, que Ele sabe de todas as coisas e espera aquilo que realmente vai acontecer... mas... fico imaginando como Ele olha para nós, o que produz no coração Dele quando escolhemos as coisas erradas, fazemos as coisas erradas, não obedecemos...
Esse versículo fala do povo que Deus escolheu pra ser Dele, para quem Ele deu tudo, fez tudo, e só recebeu desprezo como retorno.
Não quero que o Senhor se sinta assim comigo... Não quero que Ele olhe pra mim e diga que esperava algo de mim e dei algo totalmente ao contrário...
Quero buscar santidade, amor, proximidade Dele... Quero viver cada dia perto do Senhor, vivendo cada detalhe que Ele colocar em minha vida, experimentando da presença Dele aqui, da comunhão com Ele... quero que o Senhor olhe pra mim e diga: Meu trabalho não foi em vão!


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Comecei a ler mais uma vez o livro do profeta Isaías.
Ontem chamou muito minha atenção esse versiculo.

Da sola do pé ao alto da cabeça não há nada são; somente machucados, vergões e ferimentos abertos, que não foram limpos nem enfaixados nem tratados com azeite.
Isaias 1.6

Deus estava falando do povo de Israel... O povo que Ele havia escolhido mas escolheu se afastar Dele.
Quando não obedecemos a Deus, quando não escolhemos ficar perto Dele, fazer a vontade Dele, só o que nos resta são machucados, vergões, ferimentos abertos, da sola do pé ao alto da cabeça... E pior ainda, sabemos onde encontrar o azeite para curar os machucados e não vamos até o lugar onde ele está...
Não quero isso pra mim... quero ter todas as minhas feridas curadas com o azeite certo e do jeito certo...


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